Hoje em dia já é de conhecimento de todos que Plásticos são maiores poluentes de oceanos, praias e rios. Os artigos feitos de plásticos, desde as terríveis sacolas de compras, até garrafas, canetas, copos, etc., são considerados grandes poluidores e contaminadores da biosfera.
A reciclagem e a conscientização nunca serão suficientes para deter essa poluição que alcança níveis alarmantes. Só no Brasil por exemplo, são produzidas cercas de 18 bilhões de sacolas plásticas por ano que circulam no País que geram grandes problemas ambientais decorrentes da degradação do plástico, que pode levar até 400 anos.
Como solução ao uso das sacolas plásticas, alguns apostam na produção de sacolas de plástico “biodegradável”, porém este tipo de plástico, chamado de plástico “ecológico”, além de também ser derivado do petróleo, agride o meio ambiente por ter metais pesados em sua composição.
O que significa biodegradável? É tudo o que pode ser degradado por micro-organismos (bactérias ou fungos) na água, dióxido de carbono (CO2) e algum material biológico. Por isso, é importante reconhecer que o plástico biodegradável não é produzido por material biológico.
A BPI – Biodegradable Products Institute – e o US Composting Council (USCC), que dão o selo de “biodegradável” e “compostável” aos materiais nos Estados Unidos, não certificaram os oxi-biodegradáveis. Estas instituições chamam este material de “oxodegradable”, por considerarem que sua degradação ocorre exclusivamente pela oxidação. A BPI e o USCC certificam materiais segundo a ASTM D6400, norma que regula materiais biodegradáveis aceita em todo o mundo.
Uma solução viável e considerada ideal é a sacola retornável, que já está sendo utilizada por cada vez mais consumidores mas e quem decide fazer compras quando já está na rua ou não possui a sacola retornável em mãos?
Outra solução muito bem sucedida é a sacola de papel, produto 100% orgânico.Muitas pessoas perguntam, o papel é 100% ecologicamente correto? A resposta é sim. Primeiro porque é feito de matéria orgânica e biodegradável logo, degradada por micro-organismos. Para garantir a sustentabilidade as sacolas de papel devem ser feitas de papel reciclado ou certificado.
Com a certificação atestada em selos , que indica que a matéria-prima provém de áreas manejadas sustentavelmente, o papel branco consegui reduzir o impacto ambiental e a emissão de carbono na sua produção. O que antes era desmatamento predatório agora virou desenvolvimento sustentável.
O consumo de papel reciclado - que já foi considerado símbolo do "ecologicamente correto"-, está em queda. Aos poucos, seu uso está sendo substituído por papéis com outros selos de sustentabilidade, como o FSC, que atesta que o produto vem de florestas plantadas, e o Carbon Footprint - que informa ao consumidor o total de carbono que o produto emite na atmosfera.
“O papel branco de origem certificada é equivalente ao papel reciclado, em termos de impacto ambiental, pois ambos têm origem em florestas plantadas”, afirma Elizabeth de Carvalhaes, diretora da Bracelpa, entidade que reúne fabricantes de celulose e papel.
Costumamos considerar o papel reciclado como a melhor alternativa para diminuir o impacto ambiental, mas com a disseminação do papel proveniente de áreas manejadas sustentavelmente – o famoso selo FSC – o papel branco certificado tem conseguido equiparar o impacto ambiental através do manejamento sustentável da matéria prima e chegamos a um ponto onde está praticamente igual. De acordo com Elizabeth de Carvalhaes, diretora da Bracelpa, “O papel branco de origem certificada é equivalente ao papel reciclado, em termos de impacto ambiental, pois ambos têm origem em florestas plantadas”.
Pensando nisso, a empresa Bagnews, lançou no Brasil, uma sacola de papel kraft reutilizável, reciclável, biodegradável e com espaços para publicidade, que começa a ser distribuída gratuitamente para comerciantes da região de Santo Amaro, zona Sul da capital paulista.
O objetivo dos sócios é replicar no Brasil a experiência realizada na Espanha, onde o projeto foi lançado há três anos e deve alcançar o número de 100 milhões de sacolas distribuídas .
O projeto brasileiro ganhou apoio da Prefeitura de São Paulo, que incluiu a iniciativa na campanha "Eu não sou de plástico", que tem o objetivo de reduzir o consumo de embalagens plásticas. Mais informações podem ser encontradas no site da própria empresa no endereço http://www.bagnews.com.br.
Todos nós sabemos da grande utilidade dos maçaricos em nossa empresa. Devemos estar conscientes dos cuidados a serem tomados quanto ao manuseio e conservação destes equipamentos, visando evitar com isso possíveis acidentes.
CUIDADOS A SEREM TOMADOS ANTES DE INICIAR OPERAÇÕES COM MAÇARICO.
Inspecione o maçarico. Se apresentar vazamentos ou qualquer outro tipo de defeito comunique ao responsável pela área ou a Segurança do Trabalho, e solicite a manutenção do mesmo;
Lavar as mãos ou trocar as luvas se estas estiverem sujas com óleo ou graxas;
Verifique se existe material inflamável próximo ao local da operação (REMOVA-O).
Verifique se o bico do maçarico está com aperto adequado;
Verifique se a sede do bico está limpa;
Utilize os E.P. I s obrigatórios para executar serviços com maçarico: (Luvas de raspa, Avental de raspa, Perneiras de raspa, Óculos de Segurança, Protetor auricular).
CUIDADOS A SEREM TOMADOS NAS OPERAÇÕES COM MAÇARICO.
Antes de acender o maçarico abra a válvula de oxigênio para fazer a limpeza do mesmo. Após a limpeza, feche a válvula de oxigênio e abra a de GLP: acione e abra a válvula de oxigênio/ até a regulagem adequada da chama;
Acenda o maçarico somente com acendedor, nunca utilize arco voltaico ou qualquer outra fonte;
Não toque com o bico do maçarico na peça;
Nunca se mova de um lugar para outro com o maçarico aceso;
Observar a potência do jato de corte. Caso esteja fraco, deve-se apagar o maçarico para verificar o aperto da contra e inspecionar a agulha e seu orifício.
NO CASO DE ACONTECER UM RETROCESSO DA CHAMA, PROCEDA DA SEGUINTE FORMA:
Solte a alavanca para interromper o fluxo de oxigênio;
Feche imediatamente a válvula de oxigênio e pré-aquecimento;
Feche a válvula de GLP/ACETILENO;
Mantenha sempre as pressões adequadas ao trabalho.
CUIDADOS A SEREM TOMADOS APÓS A OPERAÇÃO COM MAÇARICO:
Feche as válvulas desligue as mangueiras;
Nunca deixe as mangueiras dentro de espaços confinados, como por exemplo: Tanques, Vasos;
Deixe o local de trabalho limpo e arrumado.
LEMBRE-SE QUE, NADA PODE REVIVER O HOMEM, MAS ALGO PODE CONSERVÁ-LO VIVO: SEGURANÇA.
O acidente acontece onde a prevenção falha e desafio qualquer especialista a me provar o contrário. Sabemos que existem três colunas de base de sustentação das ações prevencionistas.
A primeira é a questão do investimento. Não dá para imaginar uma modificação dos comportamentos em um ambiente de trabalho movido por mágica. Tem que existir, minimamente, investimento para a implementação das ações.
A segunda coluna é o comprometimento. Não podemos admitir nenhum programa de gestão de saúde e segurança no trabalho em que as partes envolvidas não sejam devidamente comprometidas. Quando eu falo comprometida, eu entro na questão da visão tripartite, que é protagonizada pela OIT - Organização Internacional do Trabalho. Nesse aspecto, temos que ter o comprometimento do governo, em fazer o papel do Estado regulador e de cobrador das ações; do empresário, que precisa entender que Saúde e Segurança do Trabalho fazem parte do negócio da empresa. Um grande problema que temos hoje, é que o esse empresário foi educado para buscar resultados nos seus processos. As questões de ambiente de trabalho com qualidade estão implícitas, pois, sabemos que esse quesito reflete diretamente nos resultados da empresa; e do trabalhador, que possui sua parcela nesse tema, especialmente, seus representantes do movimento sindical. O principal interessado nas questões de saúde e segurança do trabalho é o próprio trabalhador, com isso ele tem que ter responsabilidade dentro do processo, anexando o controle social a suas, através da informação - que é a terceira coluna - ou do sindicato que o representa.
Existe um questionamento sobre o papel de cada uma dessas três partes que citadas. Começando pelo governo, nós entendemos que se hoje o assunto SST está estagnado. Isso se deve, principalmente, pela falta de ações integradas. Constatamos que existe vontade política, entretanto, isso não basta. Apenas com essa vontade não convergimos em nada que tenha uma sustentação coerente e fácil de mensurar para medirmos o desempenho e a busca do resultado progressivo. Então, o Governo tem que parar com essa indústria de normas e leis, e cuidar bem das existentes, buscando, assim, um modelo de integração, com critérios que possibilitem que a destinação dos recursos contingenciados para a saúde e segurança dos trabalhadores cheguem até os destinatários, sabendo-se que atualmente 90% desses recursos não chegam em seu objetivo/fim.
Na parte empresarial existe a cultura de transferência de responsabilidades. E mais do que isso, existe um entendimento que SST é custo. É um grande equívoco. No dia que o empresário entender isso como investimento, começaremos a mudar a cultura empresarial nessa questão. Portanto, o empresário, é o verdadeiro gestor da SST na sua empresa.
Outro "ator" dessa história é o trabalhador. Quando ele é bem informado sobre os seus direitos, bem informado sobre as condições e comportamentos preventivos nos ambientes de trabalho, ele próprio se encarrega de executar, como também de provocar os demais "atores" a cumprir com os seus papéis.
Por último, entra o papel do especialista, principalmente o Técnico de Segurança do Trabalho. Nós temos que entender que o especialista não é mágico, não faz milagre, e jamais pode chamar para si a responsabilidade total pelos resultados dentro de uma empresa. A classificação correta que podemos dar para o especialista é de "Promotor Técnico" das ações prevencionistas. Ou seja, existe um "promotor investidor" que é o empresário; o "promotor usuário" que é o trabalhador e o "promotor técnico" que é o técnico de segurança do trabalho.
A função do Técnico de Segurança é de Promotor técnico em saúde e segurança do trabalho. Aí nos cabe exercer bem nossa função e desempenhar um esforço concentrado de convencimento dos outros "atores" sobre a importância da questão. Muitas vezes acontece que não temos abertura, ou tempo para desempenhar esse papel com começo, meio e fim. Muitos colegas têm boa vontade e capacitação, entretanto encontra dificuldades por não existir uma engrenagem que possa ajudá-lo a desempenhar essa função. Certamente se entendermos que nenhum acidente de trabalho acontece por acaso, veremos que o "Acidente ocorre onde a prevenção falha"!
Cerca de 60% dos professores da rede municipal de ensino de São Paulo têm distúrbios na voz. De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, o estresse no trabalho está fortemente associado a esses distúrbios, que aumentam de 6 a 9,5 vezes as chances de o professor tornar-se incapaz para o trabalho.
A fonoaudióloga Susana Giannini avaliou 167 professores de ensino infantil, fundamental e médio com distúrbios de voz na cidade de São Paulo. Ela comparou-os com 105 colegas saudáveis, provenientes das mesmas escolas. Depois, analisou os grupos com duas escalas: nível de estresse no trabalho e capacidade para o trabalho. A pesquisadora encontrou uma associação estatística entre ter distúrbios vocais e estresse provocado pela organização do trabalho indício de que o estresse pode ser uma causa dos distúrbios vocais.
Cerca de 70% daqueles que tinham problemas vocais apresentaram excesso de trabalho, mostrando que a pressão para realizá-lo era média ou alta. Já nos professores saudáveis a porcentagem era de 54,4%. Os professores com distúrbios de voz também tiveram menor autonomia para realizar seu trabalho. Cerca de 73% dos professores com distúrbio de voz mostraram ter pouca ou média autonomia sobre o trabalho. Já nos professores sem alteração vocal, a porcentagem é de 62,1%.
"A condição de estresse é de alto desgaste", explica Susana. Nesse nível, o professor perde a possibilidade de criar e intervir no trabalho. Ele tem muitas tarefas para desempenhar e não consegue criar soluções para os problemas que aparecem.
Incapacidade
A pesquisa analisou os professores com um índice que media a capacidade de um trabalhador desempenhar suas tarefas em função do seu estado de saúde, capacidades físicas e mentais, e exigências do trabalho. O resultado foi que professores com distúrbio vocal tem chances de 6 a 9,5 vezes maiores de não ter condições de executar o trabalho antes de chegar à aposentadoria.
"Com o adoecimento da voz, o professor se aposenta mais cedo ou precisa sair da sala de aula, vai pra secretaria fazer trabalho burocrático. É como se o distúrbio interrompesse sua carreira precocemente. E isso reduz a satisfação com o trabalho".
De acordo com a pesquisa, as novas políticas do governo para inclusão de alunos aumentaram a carga de trabalho dos professores, que passam a ter de ensinar alunos com níveis de conhecimento diferentes. As salas de aula também aumentaram de número e os estudantes passam mais tempo na escola. "No entanto, não aumenta a estrutura das escolas", diz a pesquisadora. "O professor tem de dar conta sozinho de mais trabalho. Aumenta a pressão e o volume do trabalho, que vai invadindo o espaço familiar e social. O professor não dá conta de transmitir o conteúdo planejado".
Na opinião de Suzana, o estudo pode ajudar a rever as regras da previdência social, que não reconhecem perda da voz do professor como doença relacionada ao trabalho. "A pesquisa levanta que o professor pode adoecer e ser incapacitado de trabalhar em sua função quando relaciona muito trabalho com pouca autonomia", indica a fonoaudióloga. "Se for compreendido que isso é causado pelo trabalho, eu tenho que ter políticas públicas que reconheçam esse nexo causal. Se alguma lei compreender que o disturbio de voz está relacionado ao trabalho, o professor deixa de arcar sozinho com a doença que adquiriu".
Fonte: Agência USP.
Para SaberComo cuidar da maior ferramenta de trabalho do professor clique no link abaixo.
É a quebra de um osso, causada por uma pancada muito forte, uma queda ou esmagamento.
Há dois tipos de fraturas: as fechadas, que apesar do choque, deixam a pele intacta, e as expostas, quando o osso fere e atravessa a pele. As fraturas expostas exigem cuidados especiais, portanto, cubra o local com um pano limpo ou gaze e procure socorro médico imediato.
Fratura Fechada - Sinais Indicadores
·Dor ou grande sensibilidade em um osso ou articulação.
·Incapacidade de movimentar a parte afetada, além do adormecimento ou formigamento da região.
·Inchaço e pele arroxeada, acompanhado de uma deformação aparente do membro machucado.
O que não se deve fazer
·Não movimente a vítima até imobilizar o local atingido.
·Não dê qualquer alimento ao ferido, nem mesmo água.
O que fazer
·Solicite assistência médica, enquanto isso, mantenha a pessoa calma e aquecida.
·Verifique se o ferimento não interrompeu a circulação sangüínea.
·Imobilize o osso ou articulação atingido com uma tala.
·Mantenha o local afetado em nível mais elevado que o resto do corpo e aplique compressas de gelo para diminuir o inchaço, a dor e a progressão do hematoma.
Importante: jamais tente alinhar (reduzir) uma fratura!
O Ministério da Saúde vai ampliar o público alvo da campanha de vacinação contra a gripe H1N1. Como aumentou a oferta de vacinas na Europa, serão incluídos 29 milhões de brasileiros de 30 a 39 anos totalizando 91 milhões.
Para índios e profissionais de saúde, a vacinação vai do dia 8 até 19 de março. Gestantes, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos que não são idosos se vacinam entre 22 de março e 2 de abril.
Jovens entre 20 e 29 anos receberão a dose de 5 a 23 de abril. Brasileiros com mais de 60 anos que têm doença crônica serão vacinados entre 24 de abril e 7 de maio. Neste período, os idosos que não têm doença crônica só receberão a vacina contra a gripe comum.
Pessoas na faixa de 30 a 39 anos serão imunizadas do dia 10 de maio até o dia 21.
Após dois anos de estudos, o Comitê Brasileiro de Equipamentos de Proteção Individual (CB-32/ABNT) colocou oito normas sobre equipamentos de trabalho em altura em consulta pública. Destas, apenas quatro (travaqueda deslizante guiado em linha flexível, travaqueda guiado em linha rígida, travaqueda retrátil e absorvedor de energia) passaram por uma reformulação, enquanto que as demais (talabarte de segurança, cinturão de segurança tipo abdominal e talabarte de segurança para posicionamento e restrição, cinturão de segurança tipo para-quedista e os conectores) foram criadas para facilitar a interpretação da legislação. "Há, em vigor, apenas uma norma para cinto de segurança e talabarte, sendo que ela é uma `salada’ de normas, pois engloba todos os EPIs correlatos. Isso provoca desentendimentos no mercado, pois dá margem a muitas interpretações. Achamos por bem refazê-la, desmembrando-a em quatro normas independentes", explica João Giória, coordenador da Comissão de Estudo de Travaqueda de Segurança e da Comissão de Estudo de Cinturão de Segurança.
Base
Como base para esse projeto, o CB-32 optou pela utilização das Normas Europeias. "Queríamos uma norma mais fundamentada no resultado do equipamento. Além disso, procuramos uma normatização que fosse mais coerente com as características do material que é utilizado pelo mercado brasileiro", salienta Giória.
No entanto, para atender o mercado nacional, algumas adaptações foram necessárias, sendo esse o caso da indicação de uso dos talabartes. No projeto levado à consulta pública, cada talabarte deve exemplificar, em suas especificações, o correto emprego do equipamento. Outra mudança apresentada na nova norma de proteção em altura se refere ao tempo de uso do produto. Pelo texto, será recomendado aos usuários desses equipamentos, com exceção do travaquedas retrátil, que os substituam sempre após o aparelho sofrer o impacto de uma queda. Até então, essa determinação não fazia parte da normatização dos EPIs contra queda de altura.
Controlam perdas de processos, produtos e serviços ao identificar, determinar e analisar causas de perdas, estabelecendo plano de ações preventivas e corretivas. Desenvolvem, testam e supervisionam sistemas, processos e métodos produtivos, gerenciam atividades de segurança do trabalho e do meio ambiente, planejam empreendimentos e atividades produtivas e coordenam equipes, treinamentos e atividades de trabalho.
Formação e experiência
As ocupações da amília requerem curso de Engenharia ou de Tecnologia nas áreas de Produção Industrial e Segurança do Trabalho, com registro no CREA, seguido ou não de cursos de especialização. Na área de processos e métodos, tempos e movimentos, é comum a formação em engenharia de produção ou industrial. É cada vez mais frequente a presença de profissionais com pós-graduação. O exercício pleno da atividade se dá, em média, após quatro anos de exercício profissional no caso dos engenheiros e dos tecnólogos em segurança do trabalho e de um a dois anos para os tecnólogos em produção industrial.
Condições gerais de exercício
O trabalho é exercido em empresas dos mais diversos ramos, embora predomine o ramo industrial onde podemos destacar a metalurgia, fabricação de máquinas, equipamentos e veículos automotores, produtos alimentares e refino de petróleo. As instituições empregadoras são de diversos portes, públicas ou privadas. Os profissionais trabalham em equipe, com supervisão ocasional. Eventualmente, em algumas atividades, podem estar expostos a condições especiais de trabalho, tais como ruído intenso e altas temperaturas.
Código internacional CIUO88
2149 - Arquitectos, ingenieros y afines, no clasificados bajo otros epígrafes
Notas
Norma Regulamentadora: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 - regula o exercício das profissões de Engenheiro,
Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências. Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 - altera a lei nº 5.194/66.
Gacs
A - CONTROLAR PERDAS DE PROCESSOS, PRODUTOS E SERVIÇOS
A.1 - Inspecionar funcionamento de processos, produtos e serviços
A.2 - Identificar perdas
A.3 - Determinar causas de perdas
A.4 - Analisar causas de perdas
A.5 - Estabelecer plano de ações preventivas e corretivas
A.6 - Medir parâmetros de processos, produtos e serviços
A.7 - Ajustar processos e serviços
A.8 - Avaliar eficácia de ajustes
A.9 - Padronizar sistemas e operações
A.10 - Auditorar processos, produtos e serviços
A.11 - Elaborar plano de reaproveitamento de perdas
A.12 - Acompanhar implementação do plano de ação preventiva e corretiva
B - SUPERVISIONAR SISTEMAS, PROCESSOS E MÉTODOS PRODUTIVOS
B.1 - Analisar projetos
B.2 - Coletar dados de processo
B.3 - Criar banco de dados de processos e projetos
B.4 - Processar dados de registros
B.5 - Interpretar dados e resultados
B.6 - Comparar processos, produtos e serviços
B.7 - Atualizar dados de registros
B.8 - Implantar ferramentas de controle de qualidade
B.9 - Monitorar desempenho de processos
B.10 - Propor adequação de instalações, métodos e processos
B.11 - Propor sistemas de segurança
C - DESENVOLVER MÉTODOS, PROCESSOS E PRODUTOS
C.1 - Pesquisar mercado consumidor
C.2 - Pesquisar tecnologias
C.3 - Pesquisar normas e legislação
C.4 - Projetar produtos e processos
C.5 - Gerar protótipos
C.6 - Testar produtos em laboratório
C.7 - Testar produtos em campo
C.8 - Criar métodos e processos de produção e segurança
C.9 - Testar métodos e processos de produção e segurança
C.10 - Validar métodos, processos e produtos
C.11 - Compatibilizar métodos, processos e produtos de acordo com normas e legislação
C.12 - Gerar especificações técnicas e de segurança de produtos
C.13 - Gerar especificações técnicas e de segurança de processos
C.14 - Estimar perdas
C.15 - Analisar viabilidade técnico-produtiva, econômica e legal
C.16 - Propor alterações em equipamentos e produtos de segurança
C.17 - Propor criação de produtos de segurança
D - GERENCIAR SEGURANÇA DO TRABALHO E DO MEIO AMBIENTE
D.1 - Inspecionar instalações
D.2 - Classificar exposição a riscos potenciais
D.3 - Quantificar concentração, intensidade e distribuição de agentes agressivos
D.4 - Elaborar programas de segurança do trabalho
D.5 - Elaborar programas de prevenção de risco ambiental
D.6 - Elaborar plano de atendimento às emergências (pae)
D.7 - Providenciar sinalizações de segurança
D.8 - Dimensionar programa de prevenção e combate a incêndios ( ppci )
D.9 - Dimensionar taxas, descontos e prêmios de seguros
D.10 - Solicitar autorização para aquisição de produtos controlados
D.11 - Determinar procedimentos de segurança para áreas confinadas
D.12 - Determinar procedimentos de segurança para trabalho com eletricidade
D.13 - Determinar procedimentos de segurança em armazenagem, transporte e utilização de produtos químicos
D.14 - Determinar procedimentos de segurança para redução ou eliminação de ruídos industriais
D.15 - Providenciar avaliação ergonômica de postos de trabalho
D.16 - Determinar tipos de equipamentos de proteção individual e coletiva conforme riscos
D.17 - Verificar procedimentos de descarte de rejeitos industriais
D.18 - Controlar emissão de efluentes líquidos, gasosos e sólidos
D.19 - Participar da elaboração do ppra e ppci
D.20 - Implantar sistema de gestão da segurança
E - PLANEJAR EMPREENDIMENTOS E ATIVIDADES PRODUTIVAS
E.1 - Definir objetivos de trabalho
E.2 - Fixar metas
E.3 - Definir métodos e etapas de produção
E.4 - Elaborar estudo técnico e econômico de empreendimentos e atividades de trabalho
E.5 - Definir orçamento e fontes de recursos financeiros
E.6 - Elaborar cronograma físico e financeiro
E.7 - Definir equipe e materiais de trabalho
E.8 - Elaborar análise de riscos de empreendimentos e atividades produtivas
E.9 - Participar da elaboração do plano de negócio
E.10 - Definir necessidades orçamentárias da área
F - COORDENAR EQUIPE E ATIVIDADES DE TRABALHO
F.1 - Mapear equipe de trabalho
F.2 - Organizar cronograma de equipe de trabalho
F.3 - Delegar tarefas
F.4 - Verificar necessidades de treinamento de equipe
F.5 - Organizar treinamentos
F.6 - Capacitar equipe de trabalho
F.7 - Avaliar eficácia de treinamentos
F.8 - Verificar cumprimento de tarefas
F.9 - Avaliar desempenho de equipe de trabalho
F.10 - Prestar assessorias técnicas
F.11 - Participar de seleção de pessoal
F.12 - Participar da definição de perfil de pessoal
F.13 - Propor remanejamento de pessoal incapacitado para o posto de trabalho
G - EMITIR DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
G.1 - Elaborar relatórios
G.2 - Emitir mapa de risco
G.3 - Emitir laudos e pareceres técnicos
G.4 - Divulgar resultados e planos de trabalho
G.5 - Documentar memória técnica de métodos, processos e produtos
G.6 - Emitir programas de prevenção
G.7 - Preparar ART(anotação de responsabilidade técnica)
G.8 - Preparar contratos de seguro
G.9 - Preparar documentos para patentes de produtos e processos
G.10 - Emitir laudos periciais
G.11 - Participar na elaboração de mapa de risco
G.12 - Acompanhar perícia técnica
G.13 - Elaborar manual de procedimentos complementares
Z - DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
Z.1 - Demonstrar capacidade de negociação
Z.2 - Demonstrar capacidade de antecipar problemas
Z.3 - Demonstrar raciocínio matemático
Z.4 - Demonstrar raciocínio lógico
Z.5 - Demonstrar capacidade de trabalhar em equipe
Z.6 - Demonstrar capacidade de evidenciar senso crítico
Z.7 - Demonstrar criatividade
Z.8 - Demonstrar liderança
Z.9 - Demonstrar capacidade de atenção difusa
Z.10 - Demonstrar capacidade de agir sob pressão
Z.11 - Demonstrar capacidade de resolução de problemas
Z.12 - Demonstrar capacidade de contornar situações adversas
Z.13 - Demonstrar pró-atividade
Recursos de trabalho
Recursos Audiovisuais
Recursos De Informática (software E Hardware)
Calculadora
Explosímetro
CEP - controle estatístico de processos
Máquina fotográfica digital
Luxímetro
Epi/epc - Equip. De Proteção Individual E Coletiva
Instumentos De Medição
Bomba gavimétrica
Dosímetro
Paquímetro
Balança De Precisão
Bureta
Termômetro
Cronômetro
Fita VHS
CLP/CNC
Decibelímetro
Dinamômetro
Veículo
Aparelhos De Comunicação
Monitor de estresse térmico
Anemômetro
Detector De Gases
Conta Fio ( Lupa)
Espectrodensitômetro
Publicações Especializadas
Micrômetro
Trena
Conta Pontos
Phmetro
Condutivímetro
Participantes da descrição
Especialistas
Benedito Walter De Marco
Carlos Eduardo Falconi
Claudinei Rempel
Denise Dias Oliveira Da Silva
Emerson Alexandre Zago
João Gallani Jr
Luciano Longhi
Marcelo Ribeiro De Mello
Marcos Karina Abdo Costa
Marcos Verde De Souza
Tatiane Macedo Ribeiro
Instituições
ASESMT COMERCIAL SUL LTDA
BIOLAB SANUS INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA
Bradesco Seguros S.A.
CENTRO TECNÓLOGICO DO MOBILIÁRIO
Centro De Pesquisas Da Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras-cenpes)
Companhia Energética Do Estado De Minas Gerais (Cemig)
Companhia Siderúrgica De Tubarão (Cst)
Editora Abril S.A.
Fiat Automóveis S.A.
Ford Motor Company
HANESBRANDS BRASIL TEXTIL LTDA
INDÚSTRIA DE MÓVEIS BARTIRA
INFOGLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A.
INSTITUTO DE TECNOLOGIA DO PARANÁ
Itambé - Cooperativa Central Produtores Rurais De Minas Gerais
MONDAMONT S.A.
PROSEG PROTEÇÃO E SEGURANÇA NO TRABALHO LTDA
Senai - Extensao Guaporé
Instituição conveniada responsável
Ministério Do Trabalho E Emprego - Mte
Glossário
ART: Anotações de Responsabilidade Técnica. PCA: Programa de Conservação Auditiva.
PPR: Programa de Prevenção Respiratória.
PPRA: Programa de Prevenção de Risco Ambiental. CEP: Controle Estatístico de Processos.
CLP: Controlador Lógico Programável.
CNC: Controle Numérico Computadorizado.
PDCA: Planeja Determina Controla Avalia= metodologia de resolução de probemas.
PCPC: Planejamento Programação Controle de Produção.