06/11/2009

Profissao de Tecnico em Segurança do Trabalho

LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ERGONOMIA PARA TRABALHO EM COMPUTADOR

Para aumentar seu conforto e possivelmente sua segurança, utilize esta lista de verificação para avaliar sua estação de trabalho e seus hábitos de trabalho.
  • Assegure-se de que sua cadeira esteja em uma altura que permita manter a posição adequada de seus braços e mãos. Certifique-se de que suas costas fiquem apoiadas na cadeira.
Descanse seus pés firmemente no chão ou no apoio para pés.
  • Mantenha seus antebraços e pulsos paralelos ao chão quando estiver digitando. Não eleve seus antebraços.
  • Digite com os pulsos em uma posição natural e reta. Evite inclinar, curvar ou formar ângulos com seus pulsos.
  • Pressione as teclas com o mínimo de força possível. Evite pressionar fortemente as teclas.
  • Posicione o monitor de forma que a linha superior do monitor fique na mesma altura de seus olhos ou abaixo.
  • Evite clarões no painel do monitor, controlando a iluminação da sala e colocando o monitor na posição apropriada.
  • Consulte um oftalmologista regularmente.
  • Diversifique suas tarefas durante o dia evitando permanecer sentado em uma mesma posição por muitas horas ou desempenhando as mesmas tarefas com sua mão sem interrupção.
  • Faça intervalos periódicos quando trabalhar no computador por períodos prolongados.
Espreguice-se e exercite-se várias vezes ao dia.
Fonte: http://www.temseguranca.com/2009/01/ergonomia-no-computador.html

05/11/2009

Previdência registra redução de subnotificações de acidentes de trabalho

A adoção do Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP) em abril de 2007 ajudou a combater a subnotificação do acidente de trabalho em 2008. No ano passado, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registrou 747.663 acidentes de trabalho, número 13,4% maior que em 2007, quando foram notificados 659.523 acidentes. É o que mostra o Anuário Estatístico da Previdência Social 2008, lançado nesta quarta-feira, 28, pelo ministro da Previdência Social, José Pimentel.
Desde a adoção do NTEP e demais nexos de doenças profissionais e do trabalho, benefícios que antes eram registrados como não-acidentários passaram a ser identificados como acidentários, a partir da correlação entre as causas do afastamento e o setor de atividade do trabalhador segurado, independentemente da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) pelo empregador. A adoção dessa nova metodologia vem contribuindo para melhorar a compreensão da realidade dos acidentes de trabalho, pois é uma nova fonte de informação sobre a quantidade de acidentes de trabalho ocorridos no país.
Em 2007, foram identificados 141.108 acidentes de trabalho sem CAT registrada, número que pulou para 202.395, em 2008, com crescimento de 43,8%. Esse resultado era esperado, porque em 2007 a nova metodologia do NTEP - e demais nexos - foi aplicada apenas em três trimestres, enquanto que em 2008 foi utilizada em todo o ano.
Do total dos acidentes com CAT registrada, os acidentes típicos – decorrentes da atividade profissional – representam 80,4% (438.536) dos acidentes registrados. Os de trajeto, ocorridos entre a residência e o local de trabalho e vice-versa, respondem por 16,2% (88.156) e, as doenças do trabalho, por 3,4%, ou 18.576 registros.


Acidentes liquidados

Em relação aos acidentes de trabalho liquidados – cujo processamento se dá no ano em que é concluído todo o processo – houve aumento de 28,6% na identificação de acidentes causadores de incapacidade permanente (de 9.389 para 12.071). Esse aumento é também resultado do combate à subnotificação do acidente de trabalho, desde a adoção do nexo técnico. Outro destaque é que o número de mortes diminuiu, passando de 2.845, em 2007, para 2.757 no ano passado.
Ainda no capítulo dos acidentes de trabalho liquidados, a notificação pelo NTEP foi decisiva para o aumento de 23,3% no registro de acidentes responsáveis por afastamentos superiores a 15 dias, passando de 269.752, em 2007, para 332.725.


Clique aqui para acessar o Anuário Estatístico da Previdência Social - AEPS 2008. O arquivo pode ser acessado em excel ou versão completa em PDF.


Fonte: ACS/MPS - 28/10/2009

03/11/2009

Asbesto (amianto) e doença

Asbesto (amianto) e doença: revisão do conhecimento científico e fundamentação para uma urgente mudança da atual política brasileira sobre a questão. 

Por René Mendes: Departamento de Medicina Preventiva e Social, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais.

Resumo: Neste artigo revê-se o estado do conhecimento científico quanto aos efeitos da inalação de fibras de asbesto (amianto) na saúde humana e sua prevenção. Propõe-se a fundamentação científica do debate que se faz no Brasil, visando alterar a política governamental sobre a questão, de modo a priorizar a defesa da vida, da saúde e do meio-ambiente. No início, são discutidos aspectos tecnológicos e econômicos acerca do asbesto e, em especial, da crisotila. A seguir, explana se a evolução do conhecimento científico internacional sobre os efeitos da inalação de fibras de asbesto na saúde. Após isso, descreve-se o conhecimento nacional acerca dos danos oriundos do amianto, concluindo-se que as doenças descritas no exterior constam de nossa literatura médica há tempos. Na seqüência, enfoca-se o debate sobre a nocividade do asbesto-crisotila, o qual aponta para a sua confirmação. Depois, expõem-se as respostas da comunidade internacional à questão e a mobilização pela proibição do asbesto. Por fim, estuda-se a inadequação da posição brasileira e explicita-se a necessidade de revisão urgente.

Para vizualizar o artigo clique abaixo:



Primeiros Socorros - 1

Situações vitais


Que fazer em caso de acidente
• Dominar rapidamente a situação e prevenir perigos mortais.
• Afastar os feridos dos locais onde estes possam correr perigo (ex. estradas, fogo).
Quando não fôr estritamente necessário nunca se deverá mover um ferido!
• Em caso de acidente de viação deve-se colocar o triângulo de sinalização num local bem visível e usar o colete de sinalização.
• Caso haja necessidade de chamar uma ambulãncia deverá mandar-se um terceiro. Nunca se deve deixar um ferido sózinho.
• Devem verificar-se o tipo e importância das lesões, controlar o pulso e a respiração do ferido.
• Os feridos graves deverão ser cuidados de acordo os princípios explicados em baixo.
A - Paragem respiratória - desobstruir vias respiratórias, praticar respiração artificial.
B - Hemorragias - colocar o ferido numa posição correcta; aplicar atadura que impeça a hemorragia.
C - Estado de choque - tomar medidas preventivas: alívio da dor; repouso; protecção do frio.

02/11/2009

Nova CLT Comentada aborda o NTEP/FAP

A CLT Comentada chega a sua 42ª edição mantendo-se como o mais importante guia de consulta na área jurídico-trabalhista. De autoria do jurista Eduardo Gabriel Saad, a obra foi revisada e ampliada pelos advogados José Eduardo Duarte Saad e Ana Maria Saad Castelo Branco que, para essa nova edição, incluíram todas as alterações legislativas ocorridas no último ano e a sua devida repercussão no mundo do trabalho. Além da análise clara e objetiva de cada artigo da CLT, o livro também procura aprofundar novos temas em debate como, por exemplo, o FAP e o NTEP. Para tornar a pesquisa mais ágil, é disponibilizado um amplo índice remissivo de todas as matérias sobre direito processual e de direito material do trabalho e, ainda, um índice unificado das súmulas dos Tribunais Superiores (STF, STJ e TST). Publicado pela Editora LTr, o livro possui 1.520 páginas.

- Informações:
www.ltr.com.br ou (11) 3826-2788.

01/11/2009

ROTEIRO DE PREENCHIMENTO DOS QUADROS III, IV, V E VI DA NR-4

Para fazer o download clique abaixo:



Indústria naval poderá ter uma NR específica

Desde a criação da Comissão Tripartite da Indústria Naval, oficializada em 30 de janeiro de 2008, o setor tem obtido grandes avanços. Entre esses progressos, a proposta de uma regulamentação específica para a indústria naval é a que mais tem se destacado, visto que a CT Naval já elaborou, discutiu e concluiu a redação de sete procedimentos de Segurança e Saúde do Trabalho, de um total de 12. “Todos os procedimentos finalizados até o momento foram aprovados por consenso na Comissão e encaminhados à Secretaria de Inspeção do Trabalho para aperfeiçoamento das normas. Com isso, e também em virtude do apoio da SIT, dos estaleiros e metalúrgicos, ganhamos força para propor uma regulamentação”, explica a coordenadora nacional de inspeção do trabalho portuário e aquaviário do Ministério do Trabalho e integrante da CT Naval, Vera Albuquerque.
Esse material foi apresentado em agosto à CTPP (Comissão Tripartite Paritária Permanente) para avaliação. Segundo o auditor fiscal da SRTE/RJ Luiz Carlos Lumbreras, o trabalho da CT Naval era desconhecido pela comissão permanente. “Como fomos constituídos pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, não possuíamos uma ligação direta com a CTPP. Fomos vistos com bons olhos. Acredito que conseguiremos incluir a indústria naval no rol de normas de SST”, avalia Lumbreras. Os integrantes da CTPP irão avaliar a proposta e darão uma resposta ao grupo no próximo encontro.

Fonte: Revista Proteção- 27/10/2009
Foto: Stéferson Faria/Petrobras